Ciência & Saúde

 

As opções alimentares que fazemos são muito importantes para nossa saúde e bem-estar. De nada adianta fazer exercícios na academia se comemos mal, e tomar vários remédios se não cuidamos do que colocamos em nossa boca. Alimentação também é descontração, confraternização, um sinônimo verdadeiro de vida.

 

E como a vida, as opções que fazemos geram resultados. Além de opções como dietas mais baseadas em carne, dietas cetogênicas, vegetarianismo e veganismo, surgiu o flexitarianismo. O que será isso? Você vai descobrir logo a seguir.

 

 

Olhe quanta coisa boa!
[Alguns deliciosos alimentos permitidos no Flexitarianismo. Imagem: Sabrina Ripke / Pixabay]


 

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NO QUE CONSISTE O FLEXITARIANISMO?

 

O flexitarianismo consiste numa opção alimentar onde uma pessoa come carne menos vezes por semana (não se entenda carne como sendo carne vermelha, mas todo tipo de carne). Nessa opção, são consideradas outras fontes alimentares para obter proteínas, como os legumes (também chamados de vagens, que vêm das leguminosas, como feijão, ervilha, lentilha, grão-de-bico).

 

MOTIVOS PARA ADOTAR?

 

Os motivos para adotar o flexitarianismo seriam os mesmos que fazem alguém adotar o vegetarianismo, que seriam reduzir a demanda de animais para abate e evitar o sofrimento deles. Por mais que haja técnicas para reduzir o sofrimento animal, ele diminui em frequência se menos animais forem abatidos. Também existe um aspecto de geração de gases do efeito estufa e melhor aproveitamento do espaço agrícola envolvidos.

 

Outro aspecto apontado pelas pessoas que optam por comer menos carne é que sentem dificuldade de digerir, o que pode ser baixa produção de ácido clorídrico, de acordo com o nutricionista Felipe Rossini (o mesmo não fala sobre flexitarianismo ou o endossa, mas aponta a causa desse problema em suas redes sociais). A nutricionista Alessandra Luglio, em entrevista à Revista Vogue, menciona que o consumo de carne, principalmente em excesso, é gatilho para doenças crônicas e inflamações.

 

Uma vantagem em relação ao vegetarianismo e até ao veganismo seria a menor pressão social. Como você opta pela redução, mas não restringe totalmente o consumo de carne, ainda pode participar de confraternizações e outros momentos da vida coletiva sem a necessidade de existir uma comida especial para você, ou nem ir porque não se sente bem.

 

Outra possibilidade é que o flexitarianismo seja uma época de transição. Como você pretende sair da condição de onívoro para vegetariano, uma transição brusca poderia ser mais difícil.

 

LIMITAÇÕES

 

Como se limita uma fonte de proteínas, e precisamos delas para funções corporais, é preciso obtê-las por outras fontes. Isso não pode ser feito sem um acompanhamento profissional, para obter quantidades corretas desses nutrientes, considerando que a absorção pelo corpo humano ocorre de forma diferente.

 

AS RESTRIÇÕES NA ALIMENTAÇÃO

 

Não falamos apenas do flexitarianismo, mas de outras perspectivas sobre alimentação em posts anteriores. Na sugestão de post da linha azul 👇🏻, separamos um deles para você saber mais:

 

 

 

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👉 Restrições alimentares por opção são uma boa escolha?

 

 

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