Variedades

 

Todos os produtos e serviços que consumimos em comerciantes estabelecidos e que seguem as leis nacionais são fornecidos mediante a geração de uma nota fiscal. Em alguns casos, além da nota, existem mecanismos complementares para uso interno nos comércios, dizendo o que cada cliente quer, como os pedidos.

 

Esses pedidos são muito comuns nos restaurantes, pois cada pessoa pode desejar uma comida diferente, mas nem sempre o pagante ser o mesmo (ou ser para todos os pratos). Mas existe um recurso que gera dúvidas quanto à sua utilidade ou a sua capacidade de gerar discórdia: a observação adicional.

 

 

Talões de pedidos em grego
[Alguns pedidos sobre a mesa. Imagem: Ioannis Karathanasis  / Pixabay]


 

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OBSERVAÇÕES BIZARRAS EM PEDIDOS

 

Dois casos curiosos chamaram a atenção nos últimos tempos. Um deles foi uma observação que um caixa colocou para a entrega de uma refeição, reclamando que o cliente não sabia onde morava. Por mais que houvesse a dúvida, a forma de se expressar do caixa repercutiu negativamente para o estabelecimento:

 

Pedido que chama o cliente de "animal"
[Imagem: Circulando pelo Facebook]

 

O outro caso foi em uma cervejaria, onde uma cliente foi identificada por seus atributos físicos no pedido feito pela família:

 

Pedido que fala da "moça do peitão", que gerou reações na web.
[Imagem: Instagram / Reprodução]

 

CASOS EM QUE A OBSERVAÇÃO NÃO FUNCIONA

 

Em alguns sistemas de e-commerce, existem espaços para observações, mas os mesmos apresentam falhas e eventualmente não funcionam. Isso é problemático quando as entregas são de comidas (perecíveis) e exigem que uma pessoa esteja em casa, e a observação for o único caminho para indicar possíveis problemas de horário. Aí é o contrário: a observação é útil, mas não chegou ao destinatário.

 

COMO ISSO PODE SER ÚTIL?

 

Em pedidos, é realmente difícil eliminar o recurso da observação, pois há ingredientes e molhos que um cliente pode não gostar e pedir que tire da receita, por exemplo. Só que o mais importante de tudo é entender a adequação da linguagem ao contexto: mesmo em um bar, onde as pessoas vão descontrair, a comunicação via escrita e ao se reportar às pessoas precisa ser formal, mesmo que não use termos rebuscados.

 

Nas notas fiscais a moderação precisa ser maior. Segundo o blog da Vinco, “DANFE não é bilhete de recado” e não se deve colocar mensagens ao consumidor por essa via, por não ser legal e o formato ser rígido demais para campanhas que chamem a atenção dos clientes.

 

NA NOTA FISCAL TERMINA O AUTOATENDIMENTO TAMBÉM

 

Nos supermercados brasileiros, começaram a surgir os caixas de autoatendimento. Apesar de que pareçam diminuir empregos, eles fazem uma pessoa entender o tempo que um caixa demora para passar as compras. Na sugestão da linha azul 👇🏻, separamos um post onde você conseguirá entender como funciona:

 

 

 

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