Biografias


A diferenciação entre homens e mulheres tende a diminuir ao longo do tempo, no que se refere às posições no trabalho e na sociedade. Prova disso é que, sabemos quem foi Dom Pedro II, mas sem que alguém nos conte, não fazemos ideia que ele teve uma irmã chamada Dona Maria da Glória. No quadro de Jean-Baptiste Debret, ela é aquela pessoa que observa, no topo esquerdo, em “Juramento de fidelidade ao imperador d. Pedro I”:

https://www.oblogdomestre.com.br/2020/02/DonaMariaDaGloria.Biografia.Historia.html
[Obra pertencente ao Museu Nacional de Belas Artes. Imagem: Museu Imperial]



O Pai de Dona Maria da Glória foi coroado imperador do Brasil e sua mãe foi Dona Maria Leopoldina (ou Carolina Josefa Leopoldina Francisca Fernanda Beatriz de Habsburgo-Lorena, cuja vida você confere nos posts sugeridos). Assim como a mãe e muitas outras mulheres da realeza, ela nasceu de uma das muitas gestações da mãe, em 04 de abril de 1819, vivendo por apenas trinta e quatro anos.

Maria da Glória foi proclamada rainha de Portugal aos sete anos, casou-se por acordos entre famílias por três vezes. Como ela bem tinha consciência, sua função era “parir herdeiros”, tendo passado por dez gestações e falecido na décima-primeira.

Segundo o Museu Imperial, o que de coadjuvante Maria da Glória fora no Brasil, protagonista foi na Europa. Ainda criança e com ajuda do pai, teve de recuperar o trono tomado por seu primeiro marido e tio, Dom Miguel.

Como pessoa, Maria Da Glória costumava circular com seus filhos pelas ruas lisboetas. Nestas caminhadas, conversava com crianças e mães transeuntes. Também era grande defensora das artes e da educação.



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