Sustentabilidade e Construção Civil

watch_later 30 de junho de 2016
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Ciência & Saúde


A sustentabilidade, conforme já abordado aqui no Blog do Mestre, é composta pelos pilares econômico, social e ambiental. Pensar em sustentabilidade é repensar em tudo o que se faz no dia-a-dia, nas atividades econômicas envolvidas e nas pressões sobre o Meio Ambiente. 

Construções verdes
[Imagem: Construir Sustentável]


Sendo assim, é muito importante adequar a realidade da construção civil a práticas mais sustentáveis. Isso porque, durante a concepção e construção há demanda alta por energia e matérias-primas, intervém-se fortemente no local de implantação e gera-se quantidades grandes de resíduos na forma de entulho ou ainda desperdício incorporado (veja mais nos posts sugeridos). Também é importante ressaltar a influência da construção na operação, onde casas não adaptadas corretamente às condições bioclimáticas locais podem gerar, entre outras consequências, maiores consumos energéticos para aquecimento ou resfriamento.

Para a construção como um todo ser mais sustentável, é preciso conscientizar pessoas: o usuário de como operar compostagem, separação de resíduos sólidos ou outras práticas (desde que esteja disposto); o empregador a não estimular o trabalho informal e adquirir materiais e componentes de boa qualidade; o empregado quanto à importância de construir com prumo, alinhamento e boas práticas construtivas.

Também é preciso conceber projetos de produto (arquitetônico, instalações, estrutural) e de processo (paginação de revestimento cerâmico, formas, etc.) que se adequem ao local de implantação, seja pelas técnicas construtivas empregadas como pela arquitetura alinhada ao posicionamento solar e de ventos (bioclimática).

Há diversas estratégias a serem usadas para tornar uma edificação mais sustentável, sendo que algumas exigem mais recursos materiais e financeiros, enquanto outras se resolvem apenas com um projeto arquitetônico bem pensado. Portanto, ao projetar residências de pessoas de menor poder aquisitivo, o que for compatível com o orçamento deve ser adotado. Um exemplo importante pode ser o uso de um ar condicionado: se a edificação não é eficiente, numa possível ascensão econômica, quem antes usava ventilador irá usar condicionamento, e o consumo energético será maior.

Para edificações residenciais e comerciais, há certificações por órgãos e entidades de renome que atestam se uma edificação pode ser dita sustentável e até estabelecem níveis de sustentabilidade. Certificar pode ser algo caro, mas há um lado bom nessa história. Certificações como o selo 'Casa Azul' da Caixa ou o Processo 'Aqua' da Fundação Vanzolini produzem manuais para os interessados em certificar, onde as mais diversas estratégias de sustentabilidade estão apresentadas e explicadas, servindo como um guia na busca de edificações mais sustentáveis.

E ainda mais para você: Pegada ecológica




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