Alimentos

 

A batata-doce é uma das raízes que são utilizadas para a alimentação. Assim como cenoura, beterraba e mandioca, consiste em uma raiz tuberosa, que é um tipo de raiz onde ficam armazenadas substâncias na forma de reserva energética (como amido), sendo mais grossas. O armazenamento de energia abaixo do solo é uma boa estratégia de recuperação para o pé de batata-doce e de outras tuberosas, pois uma reserva energética enterrada não é atacada pelos animais herbívoros, permitindo a recuperação posterior da planta e recomposição do caule.

 

Por conta dessa reserva energética, a batata-doce também se tornou um daqueles alimentos queridinhos das academias. Essas e outras características serão apresentadas ao longo dessa postagem.

 

 

Vemos muitas batatas-doces por aqui!

[Algumas variedades de batata-doce. Imagem: Daniel Dan outsideclick/Pixabay]


 

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POR QUE VIROU A QUERIDINHA DAS ACADEMIAS?

 

A batata-doce, como raiz tuberosa, acumula muita energia na forma de amido, mas acaba superando as demais tuberosas por outros fatores importantes. Quando uma pessoa ingere batata-doce, esse amido não é metabolizado rapidamente, o que acaba por promover saciedade por mais tempo. Segundo reportagem do programa Mais Você, seria recomendável o consumo até duas horas antes do treino.

 

Ainda segundo essa mesma reportagem, a batata-doce possui cinco vezes mais cálcio, duas vezes mais fibras e potássio do que a batata-inglesa. Em relação à mandioca, possui mais fibras e sais minerais.

 

COMO É PRODUZIDA A BATATA-DOCE?

 

Existem diferentes variedades, com coloração branca, amarela, arroxeada e avermelhada. Nessa cultura de batata-doce, o cultivo pode demandar de três a cinco meses do plantio à colheita.

 

Diferentemente da uva, por exemplo, que precisa de ciclos anuais abaixo de 7 ºC, a batata-doce se desenvolve melhor com temperaturas maiores, entre 10 a 20 ºC, local com chuvas, mas sem solo encharcado. Pode-se fazer novas plantas por sementes ou mudas, mas a técnica mais interessante para a propagação é por ramas.

 

Não existem defensivos agrícolas para matar pragas e que sejam registrados no Ministério da Agricultura, segundo a Revista Globo Rural. Para evitar problemas com as plantações, o produtor pode comprar variedades mais resistentes de empresas especializadas.

 

GOSTO QUE AGRADA (OU NÃO), E O PREPARO DA BATATA-DOCE

 

Batata-doce pode ser a queridinha das academias, ou até fora delas, nos restaurantes e nas casas dos brasileiros. É fato que muitas pessoas adoram comer, como outras podem não gostar tanto, ou pelo preparo, ou pela própria consistência. A batata-doce é um alimento bastante consistente, mesmo depois de cozido.

 

Os preparos mais tradicionais envolvem o cozimento das batatas-doces descascadas em panela. Para quem gosta de algo mais adocicado e mais engordante (e mais delicioso e menos fit), a batata-doce pode ser feita com calda de açúcar. Outra forma de preparo pode ser o cozimento no vapor.

 

Para quem gosta de comer batata-doce como lanche, pode ser assada no forno, sem descascar. Há algumas padarias de supermercados, inclusive, que estão vendendo esse produto.

 

Mas, para quem não gosta muito da batata-doce, podem ser pensadas em opções mais elaboradas e com gosto diferente. Uma delas é fazer batatas chips, ou ainda, fazer bolinhos parecidos com pão de queijo, que são muito bons e não lembram em nada a batata-doce original.

 

Outra opção interessante com batata-doce é fazer o doce de batata-doce ou marrom-glacê. Esse doce, semelhante à goiabada, é feito em tablete e cortado para acompanhar o pãozinho e o café, e possui sabor e consistência melhores do que a batata in natura.

 

DEPOIS DE FALAR DE BATATA-DOCE, VAMOS À MANDIOCA

 

A mandioca, além de receber as saudações de Dilma, na era contemporânea, já foi pano de fundo para lendas do povo indígena brasileiro. Assim como a batata-doce, há muitas opções de preparo e muitos subprodutos que vêm da mandioca, como o polvilho, por exemplo. Na postagem sugerida (aqui embaixo 👇🏻) você pode saber mais sobre esse alimento que está presente na mesa dos brasileiros.

 

 

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