O tempo nos jogos

por - sábado, outubro 05, 2019

Esporte


Cada jogo possui uma dinâmica diferente. O futebol, por exemplo, possui tempos de jogo predeterminados e alguns acréscimos para compensar possíveis interrupções. Outros jogos fecham os períodos de jogo após um dado número de pontos.

Fato é que os jogos imitam todas as coisas. Possuem um começo, meio e fim. E a dinâmica do tempo muda ao longo do tempo!

VAR
[Imagem: Wired UK]



No futebol, o VAR (árbitro assistente de vídeo) foi um recurso bastante inovador. A possibilidade de ser mais justo e chegar a um placar que reflita a partida seria bem maior.

Entretanto, fora as críticas ao instrumento, há a questão do tempo. Perde-se bastante até a visualização de lances importantes e a efetiva tomada de decisão. Até os narradores precisam mudar a forma de narrar, dizendo: "acho que foi gol, .... acho que foi gol" para só depois confirmar.

O VAR terá de evoluir, podendo seguir exemplos de esportes com recursos tecnológicos mais avançados, como no caso do vôlei. Há alguns anos foi lançado o desafio (challenge), que fora pensado para resolver lances duvidosos e permitir dar voz aos jogadores e técnicos.

Segundo as atuais regras, é dado o direito de dois desafios perdidos para cada time. Se a reclamação do desafio for válida, não se perde o direito às próximas reclamações. Caso duas reclamações forem verificadas em desafio e estiverem erradas, não se pode pedir mais nada.

Claro que a complexidade de rastrear uma quadra de vôlei é bem menor do que um campo de futebol, mas é possível agilizar as verificações de lances.

Mas mesmo com um estágio mais avançado em termos de tecnologia e dinâmica do jogo, no vôlei também se discute... o tempo. Segundo o jornal O Globo, a FIVB (Federação Internacional de Vôlei) quis proibir comemorações entre cada lance (incluindo os famosos tapinhas na bunda dados pelas jogadoras), visando reduzir o tempo das partidas.

Comemorando ponto no vôlei feminino
[Imagem: Deandre Torino]


Jogadores e técnicos ouvidos pelo jornal acreditam que seja mais interessante seguir regras atuais como não enrolar para saques ou o uso dos cartões amarelos. As mudanças já começariam a valer no Pré-olímpico, mas, como se pôde ver na TV, comemorações se mantém.

Fato é que termos jogos interessantes, em que o tempo seja usado para fazer boas partidas, e que se adequem ao tempo de transmissão de rádio e TV, é muito bom. Ninguém gosta de ver um time enrolar quando está em situação confortável, desperdiçando o nosso tempo ao ver. Esses e outros exemplos demonstram que não só no aspecto do tempo, mas em vários outros, os jogos estão evoluindo.


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