As cinco forças de Porter


Variedades


Quando se tem uma empresa, não basta apenas trabalhar e acreditar no lucro ao final do mês. É preciso ser competitivo e entender a dinâmica do mercado em que se está inserido. Cada empresa atuará e responderá ao meio em que está inserida.

https://www.oblogdomestre.com.br/2018/05/AsCincoForcasDePorter.Variedades.html
[Imagem: Arbache]



O estadunidense Michael Porter estudou a fundo o tema competitividade. Dentre suas pesquisas e publicações, Michael aponta três estratégias competitivas genéricas, quais sejam: liderança pelos custos, diferenciação e enfoque sobre um determinado produto.

Essas estratégias dependem do mercado. Para entendê-lo melhor, é preciso fazer uma análise estrutural levando em conta cinco fatores, conhecidos como as cinco forças de Porter: poder de barganha dos clientes, poder de negociação dos fornecedores, produtos substitutos, novos entrantes e intensidade de rivalidade entre concorrentes.

Os novos entrantes, ou a facilidade de ingresso deles, representam uma força que indica o fechamento, ou não do mercado. Se for fácil ingressar, menor é a probabilidade de lucros mais imediatos. Algumas empresas podem atuar para dificultar a entrada de outras.

O poder de barganha dos clientes depende do setor, da renda ou mesmo de formas de financiamento. Um exemplo está no avanço dos financiamentos aos compradores, e não mais às construtoras somente, no Brasil. Isso induziu não só maior eficiência das empresas, como um maior grau de exigência de clientes, seja por custos, seja por qualidade, com preço determinado pelo mercado.

O poder de negociação com fornecedores depende da disponibilidade. O ideal, nem sempre possível, é que não haja um único para cada produto, para evitar situações como ficar com a empresa desabastecida em função das outras. Mas, em casos de cartéis ou também com marcas homologadas por órgãos ou concessionárias, poucas são as opções. A entrada de produtos importados pode favorecer, não havendo preconceito sobre os mesmos, as negociações.

Os produtos substitutos representam alternativas, principalmente quando o mercado do produto usado convencionalmente não permite maior negociação. Quando se fala em produto substituto, este é de natureza distinta do outro: um exemplo está no revestimento cerâmico à pintura ou placas de ACM.

A lógica dos substitutos serve também para produtos homologados por concessionárias. Um exemplo é o dos postes para entrada de energia residencial. Os galvanizados são mais fáceis de trabalhar, mais bonitos e funcionais do que os pré-moldados de concreto. Porém estes últimos não exigem muretas em caso de dois medidores de energia. Clientes e fornecedores precisam sopesar cada um destes detalhes.

Por fim, a intensidade da rivalidade entre os concorrentes está no centro das forças de Porter. Algumas condições podem levar ao acirramento como um grande número de empresas atuantes e de porte semelhante, setor com lento crescimento, altos custos fixos e outros itens.  


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