A internet das coisas

Tecnologia


A internet, antes nome do navegador incorporado ao Windows, tornou-se sinônimo da rede mundial de computadores. Num primeiro momento, eram apenas eles que permitiam o acesso à web, com todas as suas vantagens e desvantagens. O tempo foi passando, novas gerações foram amadurecendo com o uso da tecnologia, e, com novos avanços, a forma com que ela impacta nossas vidas mudou.

http://www.oblogdomestre.com.br/2017/09/InternetDasCoisas.Tecnologia.html
[Imagem: ICTI]



Os celulares, agora chamados corriqueiramente de smartphones, contribuíram com essa mudança, passando a ser a forma móvel de acesso à web. Rodeados de funções, vez em quando ainda servem para telefonar... E, num terceiro momento, com o avanço das redes móveis atendendo aos celulares e os sinais de internet via wi-fi, que permitem que não seja necessária ligação física direta (por meio de cabos) para conexão com a web, uma série de dispositivos passaram a ser conectados, dentro do fenômeno conhecido como internet das coisas.

A internet das coisas afeta a forma com que interagimos com tudo o que possuímos, dentro da esfera tecnológica. Com ela, ganhamos a possibilidade de ter relógios inteligentes; refrigeradores que controlam dieta e fornecem informações ao usuário; televisores que permitem acesso à web e conteúdos de streaming de emissoras diversas; veículos que reconhecem seus donos e, em caso de pessoas estranhas, informam o dono; saber onde pessoas de nossa família (principalmente idosas), se encontram; dentre muitas outras possibilidades.

A internet das coisas permite criar e gerir informações usando dispositivos diversos. É possível que sejam aposentados os relógios ou livros-ponto, pois crachás reconhecidos por sensores (sistemas RFID) podem fornecer a informação de presença de um determinado funcionário, repassando a um sistema eletrônico por meio da internet. Por outro lado, pode servir para monitorar quaisquer saídas ou outras questões que afetam a privacidade do usuário, além de implicar custos maiores às empresas.

Os avanços são grandes, podendo ser fruto da necessidade de acrescer novidades a alguns dispositivos que poderiam estagnar. Televisores, por exemplo, após a mudança para monitores de maior área e mais finos, poderiam deixar de ser novidade e desaquecer em vendas após alguns anos. As funções smart deram maior comodidade ao usuário, principalmente porque a conectividade via cabos é mais difícil em televisores pendurados em painéis, podendo-se acessar à internet sem usar televisores como segundo monitor de computadores.

Por outro lado, usando o mesmo exemplo dos televisores smart, podem estar surgindo coisas da internet das coisas que, dependendo do perfil pessoal de uso de um aparelho, não venham a ser tão úteis assim. Para telespectadores que assistem pouco e não usam streaming ou outros itens multimídia, pode-se comprar algo que venha a ter pouca utilidade, e ainda consuma parte dos dados de internet residenciais que, até o presente momento, são ilimitados (mas lentos em períodos de pico de uso pelos usuários, não importando a tele fornecedora). Após a compra de muitos gadgets com acesso à internet, alguns usuários residenciais acabam contratando pacotes de internet superiores em função da maior demanda por sinal no interior de suas casas.

O fenômeno da Internet das coisas é irreversível e deverá vir incorporado a cada vez mais eletrônicos residenciais e comerciais. A tendência futura está na integração entre os sistemas operacionais dos diferentes dispositivos, permitindo maior integração entre eles. Será necessário, apenas, fazer distinção entre o útil e o desnecessário para cada um, a fim de evitar a obsolescência perceptiva (objetos que funcionam, mas não têm as funções da moda, são descartados prematuramente). 

Um passo importante nessa evolução estará na melhoria da internet móvel, que deve acontecer acompanhada do desligamento do sinal analógico. Por outro lado, caso venham a ser aprovadas futuras limitações nos pacotes de dados de internet comercializados pelas teles, pode haver um receio maior na compra de objetos da internet das coisas, pois eles irão consumir também as franquias, exigindo também a busca pelo essencial.

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