Por que Zika Vírus?

watch_later 4 de março de 2016
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Ciência & Saúde


Antes apenas um sinônimo de azar, ouvir falar em Zika gera um certo temor em virtude da epidemia em que o Brasil passa, cujos trabalhos científicos e pesquisas tanto em nosso país como em outros países ao redor do mundo tentam definir até que ponto vão as consequências da infecção. Vamos iniciar este post respondendo o porquê deste nome e algumas informações que a ciência nos traz sobre o tão temido vírus. 

Aedes Aegypti
[Imagem: EBC]


O vírus Zika não teve origem no Brasil e tampouco no organismo dos mosquitos do gênero Aedes como o aegypti e o albopictus, porém com a grande quantidade de criadouros do mosquito em nosso país, que já apresenta o risco das demais doenças transmitidas por ele como vetor, tornou-se ainda mais importante a sua redução de maneira drástica. O mosquito provavelmente picou um turista infectado com a doença e que tenha vindo participar da Copa do Mundo de Futebol em 2014.

O primeiro registro do Zika Vírus foi em 1947, em uma floresta de mesmo nome, na Uganda. Ele foi isolado, nesta dada, em um macaco Rhesus. 20 anos se passaram para que ele fosse isolado pela primeira vez em humanos, desta vez na Nigéria. África, Ásia e Oceania já possuíam registros da doença nos últimos anos, que se propagou primeiro por estes continentes antes de chegar às Américas.

A transmissão, no geral, ocorre por mosquitos vetores, mas o alerta também vem de registros de transmissão de mãe para filho(a), por transfusão de sangue ou ainda mais raramente por via sexual. Neste primeiro caso, após um aumento anômalo de casos de microcefalia em bebês brasileiros, acendeu-se um alerta e várias pesquisas vem sendo desenvolvidas buscando comprovar o não a relação entre microcefalia em bebês e infecção por Zika. Gestantes precisam tomar medidas preventivas e não deixar de fazer o pré-natal, apesar de que já se saiba que ter infecção possa estar relacionado com o problema, mas não é a única causa.

Quando alguém é infectado por Zika Vírus ocorre um período de incubação variável entre 3 a 12 dias. O próprio organismo se encarrega de eliminar o vírus por meio de anticorpos, surgindo sintomas semelhantes às demais doenças transmitidas pelo Aedes (veja mais nos posts sugeridos) como dor de cabeça, febre a 38ºC, diarreia, náuseas, mal estar, etc. Não havendo vacina desenvolvida, são utilizados remédios para mitigar os sintomas, exceto aqueles que contenham ácido acetilsalicílico.





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