Ciência & Saúde


Ao acompanhar materiais de conscientização e livros didáticos, nota-se uma mudança de tratamento das doenças sexualmente transmissíveis (DST) para infecções sexualmente transmissíveis (IST). Mais do que mudar um nome, atualizando-o, existe uma justificativa para essa mudança!


https://www.oblogdomestre.com.br/2020/03/PorQueISTenaoDSTmais.CienciaESaude.html
[Imagem: derneuemann/Pixabay]



Quando se altera um nome, há um motivo para tanto, buscando ressaltar alguma característica. No caso de "lixo", por exemplo, a opção pelo termo "resíduo" veio para que se pense que é material que sobrou em sua casa, mas não é sem valor econômico, como o caráter depreciativo de "lixo" pode causar.

Outro exemplo está na troca de "salva-vidas" para "guarda-vidas". Nos locais onde se adotou a mudança, os bombeiros afirmam que o termo "guarda" traz a ideia de cuidado e prevenção antes de que o salvamento seja necessário.

No caso da mudança de DST para IST, a troca de "doença" para "infecção" está relacionada à transmissão. Uma pessoa doente (que apresenta algum sintoma) pode transmitir a outras pessoas, mas alguém infectado e que não apresente sintomas também. Dessa forma, IST foi considerada a expressão mais adequada.

As ISTs podem ser causadas por vírus, bactérias e outros microrganismos. A transmissão, como ressaltado, ocorre em portadores aparentemente sadios ou com sintomas. A medicação, segundo o Ministério da Saúde, pode fazer com que pessoas infectadas tenham sobrevida e interrompam a transmissão, mas para que isso aconteça deve haver diagnóstico.

De qualquer forma, é importante que se previna o contágio pelo uso de camisinha masculina ou feminina. As ISTs não deixaram de existir, apenas são conhecidas e se sabe como prevenir, mas cada um deve cuidar de si e ser responsável quando souber que está infectado, para cuidar da sua saúde e dos demais.


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