Os supervulcões

por - quinta-feira, dezembro 26, 2019

Ciência & Saúde  


Exceto Bentinho e Capitu, para várias coisas existem mais do que uma versão do que pode ter ocorrido, não necessariamente sendo todas corretas, mas existem. Quando se fala em dinossauros, a versão oficial é de que tenham sido exterminados por um asteroide que se chocou com a Terra, mas pode não ter sido isto que ocorreu.

Com esta outra versão, não caberiam as piadinhas no período eleitoral que se via nas redes sociais, relacionando a mudança ao asteroide... Por outro lado, seria interessante pensar na força dos supervulcões. Ou não? Vamos ver!

https://www.oblogdomestre.com.br/2019/12/Supervulcoes.Ciencia.html
[Imagem: Adrian Malec/Pixabay]



O QUE SÃO SUPERVULCÕES?


Assim como os vulcões convencionais, os supervulcões são locais da superfície onde há erupções de magma e lançamento de fumaça em períodos esporádicos, mas com muito mais intensidade. Acredita-se que numa destas grandes erupções é que os dinossauros poderiam ter sido extintos.

Os supervulcões levam de dez a cem mil anos para produzirem uma erupção, dependendo de uma série de fatores. São cinco a dez em todo o mundo (Ásia, América do Sul, América do Norte e Oceania), com capacidade de expelir valores da ordem de 240.000 km³ a 1.000.000 km³ de magma. Não há algo assim no Brasil.

O QUE ELES PODEM FAZER?


Dos vulcões, dois são os grandes problemas: magma e fumaça. Do magma, os volumes são assustadores, havendo pouca chance de escapar.

Quanto à fumaça, o grande problema estaria em ser um volume alto e ficar por muito tempo sobre a atmosfera da Terra. As plantas, fonte de energia para todos os seres vivos, precisam de luz solar para a fotossíntese, luz esta que seria bloqueada pela fumaça, levando à morte delas e dos demais seres do local ou de grandes territórios.

Há um monitoramento da atividade destes vulcões. Todavia, em caso de erupção, muito pouco se poderia fazer no sentido de conter os efeitos.

SUPERVULCÕES NO MUNDO


Alguns dos supervulcões no mundo foram listados pela Revista Galileu em reportagem especial. Um deles é o Taupo, na Nova Zelândia, tendo capacidade de alcance de 10.000 km².

Nos EUA há o Yellowstone e o Caldera La Garita. Uma erupção poderia causar contaminação de águas ou um fenômeno chamado inverno vulcânico, com a falta de luz solar gerando nevascas.


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