O Vale tinha mesmo que ser do Silício

watch_later 6 de março de 2015
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Química

O Silício é usado na produção de ligas de alumínio para indústrias automobilísticas e aeronáuticas, para fundição, bem como na fabricação de resinas, silicones e lubrificantes. Outra aplicação de destaque é na produção de placas para a geração de energia solar fotovoltaica, cada vez mais presentes nas residências brasileiras. Mas a sua maior aplicação atual é mesmo na produção de gadgets eletrônicos, chips e microchips, o que justifica o nome do tão famoso polo estadunidense de tecnologia.

(Si)
[Imagem: Air Liquide]


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O silício é um material isolante, que se torna semicondutor após a junção com outros elementos químicos, chamada de dopagem eletrônica. Isso o torna muito versátil na composição dos equipamentos eletrônicos. Além disso, pode ser obtido facilmente na crosta terrestre na areia, por exemplo, ou em outras matérias-primas que contenham sílica, de onde é retirado o silício metálico. A limitação ao seu uso, num futuro próximo, pode ser a sua instabilidade em peças de tamanho (ainda mais) reduzido, sendo possível a substituição por outras substâncias, como o Grafeno.

Como elemento químico, o Silício (Si) pertence à família dos carbonos (14), sendo um semimetal – com características intermediárias entre metais e não metais. Por isso, não possui boa ductilidade, como se observa em metais. Possui boa resistência química, não resistindo apenas a alguns tipos de ácidos, como o ácido fluorídrico, em qualquer tipo de aplicação (seja em peças cerâmicas na forma de sílica, seja em chips e microchips).

O Vale do Silício, localizado na Califórnia (Estados Unidos), é um polo de referência mundial em tecnologia, com sede das principais empresas do ramo no mundo, que ali surgiram, como Google, Apple e Facebook, bem como uma série de novas startups. Sua origem remonta aos anos seguintes ao fim da Segunda Guerra Mundial. Como tecnologia é assunto que não aceita película de poeira, a inovação é a grande palavra-chave de tudo aquilo que lá se produz. Outra palavra-chave é escala, já que estas inovações precisam chegar a boa parte do mundo, por isso o abundante silício no nome.


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