Horizonte perdido

watch_later 19 de setembro de 2013
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Poesias

 

Nada muda nesta terra
desde há muito sem um norte,
mais parece uma tapera
atirada à própria sorte. 

Passam dias, passam anos,
passa o tempo e vai-se a vida
e só restam desenganos
de promessas esquecidas. 

Nos salões e nos palácios
onde tudo é um grade jogo,
se rasgaram os prefácios
porque falta um pai-de-fogo. 

Os gravetos queimadores
não são lenha para brasa,
nem os falsos pregadores
trazem luz à nossa casa. 

Mas a gente, sempre espera
que um angico, cerne puro,
ilumine essa tapera
dando rumos ao futuro. 

E o país, o pago, a gente
fica a espera de que um dia
as tormentas de presente
se transformem em calmaria.
 


 
 

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