Downloads e o comércio de conteúdos

watch_later 2 de junho de 2012
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O uso da internet em todo o mundo já é um fato consolidado. Não podemos voltar atrás e dizer não aos recursos tecnológicos. O mesmo ocorre com a produção de conteúdos artísticos como filmes, músicas, imagens, livros, etc. Com a enorme variedade de sites de armazenamento e compartilhamento de conteúdos, downloads ilegais cresceram na mesma proporção deste uso e é um desafio cada vez maior para artistas, gravadoras, estúdios, etc. conseguir combater estes downloads pois, quem trabalha em algo, deseja receber os lucros deste trabalho.
Por outro lado, considerando o caso da pirataria de CD’s, muitos consumidores não querem adquirir um disco apenas por gostar de uma música e, em outros casos, alguns consideram o preço de um CD caro. No caso de filmes, o preço também conta. Por trás da passividade com a pirataria, está um consumidor que busca alternativas menos lineares para suas opções de entretenimento.
Os computadores pessoais já vêm com ferramentas de cópia e reprodução de mídia incluídas há bastante tempo. Todavia, os softwares que permitem estas reproduções são claros durante a instalação e acepção aos termos de uso: é permitido ao usuário fazer cópias para uso pessoal. Neste caso específico, quem já adquiriu um CD ou DVD original tem direito de preservar o conteúdo pelo qual pagou, pois tanto um quanto outro são feitos em materiais que teriam boa durabilidade, porém, estão sujeitos a riscos, quedas e outras avarias das quais ‘não possuem seguro’.
Steve Jobs, fundador da Apple, era um grande defensor de downloads livres de conteúdos digitais, o que não seria viável de fato. Outras alternativas (legais) de download de conteúdo surgiram e estão disponíveis para todos os internautas. Para quem deseja escutar uma música e pagar por ela se gostar, existe a opção da iTunes Store. Possuindo o software gratuito iTunes, pode-se escutar trechos de musicas e filmes, e adquiri-los individualmente. A cantora Paula Fernandes, em seu novo CD ‘Meus Encantos’, é uma entre os vários artistas de que se pode escolher na iStore. veja:


 Nesta mesma loja virtual, estão disponíveis os clipes individuais de DVD’s de vários artistas.
O Windows Media Player 11 possuía uma versão análoga, com uma loja virtual de download. Agora, na atual versão, o WMP12, em parceria com o site de músicas Sonora, possui canais de download de músicas também, por assinatura mensal de R$ 9,90. Veja as imagens:


 Também no WMP12 se pode ouvir várias rádios em seu computador, pelo link Media Guide do próprio reprodutor de mídia.


 Para quem deseja rever séries de TV, a loja Globomarcas criou a opção de aluguel de conteúdo digital, onde se faz download e se pode ver vídeos por um prazo de 48 horas após a primeira abertura de arquivo.
Alguns cantores e grupos musicais disponibilizam reprodutores virtuais de mídia em seus sites em que se pode escutar as músicas de tais artistas, o que, de certa forma, mostra que Steve não estava totalmente errado em sua visão de futuro, apesar de que não ocorresse ao pé da letra. Como se pode ver, a indústria do entretenimento vem buscando alternativas à pirataria, e quem queria outras formas de ter acesso a esses conteúdos, já possui novas e excelentes opções.


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